1 comentário para “Evangelho de hoje (14/02/2014) Marcos 7, 31-37”

  1. Edivan Rodrigues da silva

    fev 14th, 2014

    Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. (Mc 7,32).

    Jesus afastou-se com o homem, para fora da multidão; em seguida colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e com a saliva tocou a língua dele. (Mc 7,33).

    O homem que vive em Deus vale num todo. ers.

    Caríssimos e amigos e amigas em Cristo bom dia, u, um final de semana chegando mais uma semana e vamos agradecer a Deus por tudo que passamos e também as graças que Deus nos concedeu, que possamos sempre louvar ao Senhor Deus e pai nosso. Que todas as famílias tenham um bom final de semana.

    O surdo-mudo. A novidade do Evangelho continua no território estrangeiro, desta vez na Decápole. O surdo-mudo simboliza a atitude fechada do mundo pagão diante do projeto de Deus: surdo para escuta-lo e mudo para proclamá-lo. A cura do surdo-mudo ratifica a atitude dos pagãos que pouco a pouco abrem seus ouvidos para a Palavra de Deus. (Prefacio Bíblia Sagrada).
    O Evangelho nos mostra que Jesus sai de Tiro e Sidônia e vai para a margem da Galileia, mas ainda continua em terras pagãs. O povo está muito doente, e isso é consequência da injustiça que não permite que o povo caminhe livremente. O povo ver Jesus como um médico enviado de Deus. São coxos, aleijados, cegos que basta Jesus a sua palavra que mude a situação. E assim Jesus curou o mudo surdo. Mas também Ele já tinha realizado varias curas. Os povos curados glorificavam a Deus de Israel.

    Então caríssimos irmãos e irmãs em Cristo o importante para nós comunidade de seguidores de Jesus, é reconhecer que o autor da libertação é Deus.

    Maria Santíssima Mãe de Jesus interceda por todos nós e que possamos ser seguidores fieis do teu Filho Jesus. Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Senhor.

    A transmissão da fé cristã é primeiramente o anuncio de Jesus Cristo, para levar à fé nele. Desde o começo, os primeiros discípulos ardiam do desejo de anunciar a Cristo: “Pois não podemos, nós, deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (At 4,20) E convidam os homens de todos os tempos a entrarem na alegria da sua comunhão com Cristo. (CIC 425).


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